PMEs no Brasil buscam reduzir diferença de produtividade
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Investimentos em tecnologia, automação e capacitação com parceiros confiáveis como a Zebra são essenciais para otimizar processos e aumentar a competitividade das pequenas e médias empresas
As pequenas e médias empresas brasileiras apresentam uma produtividade média de aproximadamente 54% das grandes companhias atualmente. É o que indica um estudo realizado pela consultoria McKinsey focado exclusivamente no mercado brasileiro, analisando setores como indústria, transporte, construção, TI, turismo, entre outros. Os dados indicam a necessidade de investimentos pontuais em tecnologia, automação e capacitação de pessoas para reduzir a diferença na performance entre esses dois perfis de companhias.
O resultado das empresas brasileiras é positivo em comparação com a média das PMEs de outras das 16 nacionalidades avaliadas na pesquisa. Na área de transporte, por exemplo, a média global é de 41% das pequenas e médias em relação às grandes, enquanto o Brasil atinge 64%. Neste segmento, dispositivos como impressoras de etiquetas, coletores de dados e leitores ampliam a eficiência de modo estratégico. No turismo, as empresas do país chegam a 74% da produtividade frente a 29% da média global, reflexo de uma melhoria da automação de tarefas consideradas repetitivas.
“Acelerar o crescimento da produtividade sempre foi a maneira certa de alcançar a prosperidade a longo prazo, e as micro, pequenas e médias empresas (PMEs) podem—e devem—desempenhar um papel crucial. Sua contribuição é potencialmente ainda mais importante no início de uma reconfiguração dos padrões de comércio global. Se houver uma redução entre a produtividade das PMEs em comparação com as grandes empresas, isso não apenas traz novos ares para a produtividade econômica, assim como nas taxas de emprego e crescimento econômico”, afirma a McKinsey.
O entendimento da consultoria sobre a prosperidade das PMEs no longo prazo é crucial, especialmente levando em conta questões como o número de empregos gerados por esse perfil de companhias e a sua importância para a economia. O mapa das empresas, alimentado pelo governo federal, mostra que existiam no país mais de 22 milhões de CNPJs ativos no fim de 2024. Estima-se que 99% dessas empresas sejam de PMEs e que respondam por 70% dos empregos formais do país.
“Percebemos um forte movimento de PMEs aumentando os seus investimentos em soluções de gestão e em novos dispositivos para se tornarem mais eficientes, inteligentes e competitivas. As PMEs têm um período mais amplo de planejamento, mas, ao fazerem o investimento, costumam colher os resultados rapidamente”, explica Jaime Peters Junior, diretor da Bz Tech, e-commerce que atua no segmento de automação e informática há 15 anos.
Um crescimento natural
Aproximadamente uma a cada 5 empresas (20%) consideradas de grande porte – definidas com uma capitalização de mercado superior a US$ 10 bilhões nos Estados Unidos e valores equivalentes em outras economias – eram micro, pequenas e médias empresas em algum momento dos anos 2000. “Desde então, cresceram até atingir o status de grandes empresas”, diz o relatório.
Ao contrário das grandes empresas, cujo mercado globalizado predispõe uma competição em escala global, as PMEs precisam atacar questões específicas para competir em um cenário local e galgar novos espaços e mercados. O Banco Mundial, ao analisar os dados da McKinsey, apresentou três fatores que podem contribuir para as PMEs.
- Fazer parte da cadeia produtiva: quando as PMEs estão integradas à cadeia produtiva, elas tendem a reduzir a diferença de performance para as grandes. Isso acontece, por exemplo, quando negociam e interagem com as empresas com maior capacidade financeira. Para as PMEs, o foco deve ser investir em infraestrutura física e digital e atuar para estabelecer regulações justas, que aumentem a concorrência e acesso igualitário ao capital.
- Melhorar o ambiente de negócios: o Banco Mundial defende que medidas desenvolvidas para auxiliar as PMEs refletem positivamente no ambiente de negócios global. É preciso que este suporte venha dos órgãos regulatórios, mas também com foco em medidas personalizadas e segmentadas para cada setor, criando um contexto vantajoso para todos.
- Priorizar é o segredo: muitas PMEs sofrem pela falta de recursos, por isso é importante direcionar o capital para as suas áreas de interesse. O desafio, neste caso, está em entender a dinâmica do mercado e as limitações do próprio negócio, alocando recursos necessários para competir e inovar. “É isto que notamos no mercado de PMEs: ao entenderem as suas prioridades, elas passam a se movimentar de maneira estratégica”, diz Peters Junior.
Ainda que haja uma limitação de recursos e mais dificuldade para acessar capital, as PMEs conseguem melhorar a sua competitividade ao fazer os investimentos certos em tecnologia e em pessoas. Há, ainda, um trabalho forte a ser feito na negociação com a administração pública (municipal, estadual e federal) e se tornar uma presença constante em associações de setores e outras instituições capazes de representar seus interesses nos órgãos estratégicos.
Tecnologias que auxiliam as PMEs
Parte do investimento das PMEs deve se direcionar a dispositivos voltados a otimizar processos manuais, que tomam muito tempo e não permitem uma gestão automatizada do fluxo operacional. Nesse cenário, alguns produtos do portfólio conhecidos como Zebra Essentials se destacam:
- Impressora de etiquetas – Voltadas ao setor logístico e de embalagens, são produtos muito úteis para acelerar estes processos. Entre as opções desktop, mais direcionados ao ambiente de escritório, destacam-se a ZD220 e ZD230. Para fins industriais ou em armazéns, as opções são ZT231 e ZT411, sendo que a última é mais compacta e durável.
- Coletores de dados – Para otimizar a coleta de informações digitais no campo, como fábricas, armazéns e aprimorar o controle de qualidade e inventário, esses dispositivos são a porta de entrada das empresas à transformação digital e à Internet das Coisas. Entre os produtos Zebra recomendados, aparecem o TC15, MC2200 e o TC21.
- Leitores de códigos de barras – Automatizam e aperfeiçoam atividades de escritório – como gestão de documentos – e também são usados no controle de estoque e inventário. Há os produtos Zebra com fio (DS2208), sem fio (DS2278) e fixos (SP72).
“Esses três perfis de dispositivos estão se destacando nos últimos anos em nosso portfólio tanto para o uso em ambiente administrativo quanto na própria operação”, ressalta o diretor da Bz Tech.
Sobre a Bz Tech
A Bz Tech atua no segmento da comercialização de produtos para automação e informática, por meio do site: www.bztech.com.br, sendo hoje a maior loja online de automação comercial do Brasil. Possui mais de 15 anos de experiência no mercado, e é um dos principais parceiros na revenda dos produtos Zebra atendendo empresas de todos os tamanhos e segmentos.